sexta-feira, abril 26, 2013

Muitos amigos estiveram presentes ao coquetel de lançamento do livro Rio Grande do Sul O Solo e o Homem, no Theatro São Pedro, na noite de 02 de abril 2013. O Foyer do teatro esteve lotado de amigos, políticos, artistas, produtores culturais, fotógrafos, empresários, e estudantes. Vale conferir algumas destas personalidades que estiveram  presentes ao evento.

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domingo, março 17, 2013

A cada novo projeto de livro que realizo o ciclo se repete. Quase sempre igual. Lá se vão as etapas de concepção, captação de financiamento, busca dos patrocínios, viagens para  produção de imagens, e o  projeto gráfico - quando o livro toma forma e passa a ser ... um livro.   O projeto gráfico tem sido criado e executado pelo Manoel Petry, da Capella Design. Manoel e eu  temos a  mesma concepção em  programação visual de livros.  Depois do projeto, o  livro ganha corpo de livro. É a vez do  tratamento digital de imagens, pré-impressão e impressão.  Pra fazer o tratamento digital das imagens deste livro contei com a colaboração do Márcio Negherbon (Meca/Impresul). O Márcio é um dos melhores profissionais em tratamento de imagem do Brasil, dono de um talento impar. Entreguei ao Márcio  as imagens pré-tratadas,  e ele com todo talento que tem acrescentou muita qualidade ao trabalho final.  Então chegamos a impressão do livro, o corpo. Tenho que revelar que todos os profissionais da Gráfica Impresul sempre tiveram muita paciência comigo, porque supervisiono absolutamente todo o processo, desde a pré-impressão até a  impressão. Participo de cada momento, cada detalhe, nos mínimos detalhes.  Então, selecionei algumas imagens que mostram parte do making-off da impressão do livro Rio Grande do Sul o Solo e o Homem.

 

Com Márcio Negherbon, tratamento de imagens

 

Com Nilson (chefe da gráfica)

 

Parte da impressão pronta

 

Com Foguinho ( operador)

 

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quinta-feira, novembro 8, 2012

Desde 1990, quando participei da publicação "Guida Ai Ristoranti e Alla Gastronomia Siciliana", publicada na Itália,  venho colaborando em diversos projetos editoriais. Nos projetos mostrados neste post, minha participação se deu através da publicação de imagens do arquivo, ou de imagens produzidas especialmente para os livros. Todas as parcerias representaram  uma oportunidade para mostrar meu trabalho fotográfico.

 

 

 

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quinta-feira, outubro 11, 2012

Ainda o pop gaúcho. Foram estas  três imagens acima que produzi em 2012 para artistas do pop rock. Primeiro foi a foto do Humberto, produzida em Gramado, a pedido dele,  para a capa do seu novo livro Nas Linhas do Horizonte. Depois foi a vez da Vaness. Sugeri a ela que a sessão fosse realizada dentro de um prédio, onde agente teria um cenário de amplidão, vazio e construção.  A Vaness topou a parada e lá fomos nós. Acho que ela se saiu muito bem. Apesar de novata, Vaness é cancheira, e tem um grande talento para coisa. Acredito muito na carreira dela: tem voz maravilhosa, postura no palco, reúne todas as qualidades.  Depois veio a foto do Nei. Já havia conversado com ele sobre a capa do novo CD Um Cara Comum. As idéias evoluíram desde o início até chegarmos a sessão que deu origem a capa. Com esta, já contabilizo sete fotos de capa de CD/DVD do Nei. É muito bom fazer trabalhos como estes, é muito bom trocar experiências, encontrar amigos, acompanhar a trajetória de artistas tão talentosos, com trabalhos sólidos.

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sábado, setembro 29, 2012

O texto a seguir foi publicado no livro "100 Retratos Brasileiros - Apaixonados por Carro", lançado em 2000. Escrito por Ruy Castro, o texto foi produzido especialmente para abertura deste livro.  Achei que deveria publica-lo  no blog, e assim,  colocar ao alcance de todos, e especialmente daqueles que não tiveram contato com o livro.

O Palco dos Sonhos   ( escrito por Ruy Castro)

Um dia, em 1903, o grande jornalista e tribuno José do Patrocínio, meio sem ter o que fazer no Rio de Janeiro, deu um pulo a Paris. Na volta, trouxe um carro.

Foi o primeiro automóvel no Rio uma furreca preta a vapor, que soltava rolos de fumaça  e os traques mais explosivos e constrangedores. Desembaraçado o carro no cais do porto, Patrocínio girou a manivela e entrou nele, de quepe e óculos e guarda-pó, sob aplausos e apupos da multidão.  À custa de vários desmaios e mortes do motor, atravessou a Rua Primeiro de Março a 10 km por hora e conseguiu levar seu carro até usa casa na Tijuca. Dias depois, convidou seu maior amigo, o poeta Olavo Billac, a dar uma volta. E Billac, peralta como ele só, também quis dirigir a geringonça.

O próprio Patrocínio mal sabia fazer o carro andar em linha reta, mas achava-se com ciência para instruir Billac.  Os dois passaram um por cima do outro no assento e trocaram de lugar. Patrocínio mostrou-lhe como dar a partida e Bilac, sem controle dos pés e das mão, pisou na tábua até o fundo, com o ímpeto de quem esmaga uma lacraia. O carro soltou dois ou três puns ribombantes, disparou em zigue-zague pela até então pacata aleia tijucana e, 100 metros adiante, achatou-se contra a única árvore da rua. Por milagre, nenhum dos dois se machucou e só o carro levou a breca.

Se Patrocínio aborreceu-se com Billac por este lhe ter escangalhado o carro, não passou recibo. Quanto a Billac, exibindo um galo na testa, adorou acrescentar o caso à sua mitologia particular. Vivia contando-o com minúcias aos amigos  na confeitaria Colombo. Na sua versão, a árvore que transformara o carro numa sanfona brotara de repente do chão, germinada  num átomo por Zeus, para impedir que ele, o Mercúrio do volante, vencesse os deuses da velocidade. Mas, dizia Billac, os deuses estavam com os dias contados: os automóveis eram os Pégasos modernos e,  um dia, seria possível a qualquer ir ao Olimpo de carro. E, quando isso acontecesse, todos se lembrariam: o primeiro acidente automobilístico no Brasil for a provocado por um poeta. E pelo poeta do “Ora (direis), ouvir estrelas”.

Billac foi profético, porque  quase 100 anos depois, ainda nos lembramos de sua façanha. Bem, não sou poeta, mas ninguém mais autorizado para escrever a apresentação deste belo livro – porque, como Billac, também não sei dirigir. Ele, pelo menos, tentou. Eu, nem isso.  Sou um dos poucos brasileiros acima dos 12 anos que nunca (eu disse nunca) pegaram um volante ou se sentaram no lugar do motorista.  Em consequência, também nunca girei uma ignição, pisei a embreagem ou passei de marcha. Da mesma forma, jamais, nem de brincadeira, disputei um pega, fiz curvas em duas rodas ou tirei finos em bebuns. Tenho passado uma vida privado desses prazeres que fazem de 99% da humanidade.

Por outro lado, isso me tem poupado também de uma série de aborrecimentos. Por exemplo: nunca perdi tempo procurando vagas para estacionar, nunca tive de me esfacelar em manobras e nunca me irritei por ter de andar em primeira e segunda em engarrafamentos. Igualmente, nunca fui multado, nunca tive o carro rebocado e muito menos roubado. Idem, Idem, nunca tive de emplacar um carro, nem mandar vistoriá-lo ou pagar um negócio chamado IPVA. Sei onde fica os Detran de várias cidades, mas apenas porque os motoristas de taxi adoram apontá-los para mim como se fossem a principal atração turística local.

Apesar disso, minha relação com o automóvel (ainda se  de chama automóvel?) está longe de ser zero. Ao contrario, há décadas vejo a vida passear lindamente pela janela do copiloto. Sem a responsabilidade da direção, posso me concentrar  na paisagem, de preferência feminina, pensar na morte da bezerra ou apenas zerar o Q.I. não pensando em absolutamente nada. Às vezes, numa simples corrida de taxi, meu Q.I. chega a profundezas tão abissais que o motorista tem de me despertar da catatonia quando chegamos ao destino.

Mas, até pelo contraste, posso entender a relação de amor entre o brasileiro e seu automóvel. Seja este qual for: banheira, fusca, fordeco, bugre, caminhão,  em suas infinitas variações de modelo, marca, cor, ano de fabricação ou tantos cavalos e cilindradas.

Para o brasileiro, o carro é o cenário de um sonho. Naquele palco, ele é o diretor, produtor, roteirista,  fotografo e protagonista de seus ideais e fantasias. O filme que passa em sua cabeça, enquanto seus olhos permanecem atentos a placas e sinais, não pode ser reproduzido em nenhuma tela de cinema (tem até trilha sonora, saindo do toca-fitas). E, neste filme sobre rodas, ele pode ser o herói, o galã, o vilão, o que quiser tudo em imaginação. Para o brasileiro, como queria Billac, o carro é o veículo para o Olimpo. Ou, talvez, o próprio Olimpo.

Ah, sim, há também quem use o carro para transportar-se materialmente de um ponto X a um ponto Y. Mas os que fazem isso estão reduzindo o carro a uma reles função utilitária, fora dos territórios do sonho. Por isso, eles não estão neste livro. Ainda não aprenderam que, quando se entra num carro, o importante não é chegar, mas ir. Em suma, ouvir estrelas.

 

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segunda-feira, agosto 20, 2012

 

Durante as últimas semanas produzi os retratos de personalidades que serão homenageadas em livro, pelo Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade - PGQP. O livro, que tem a coordenação executiva do jornalista Marcello Beltrand, textos de Luis Augusto Fischer,design gráfico de Manuel Petry/Capella Design,e curadoria de José Paulo Martins, se chamará "Vidas de Qualidade - Trajetória de Sucesso". O lançamento está previsto para o próximo mês de outubro, quando o PGQP completará 20 anos de atividade no RS sob a competente direção de Luiz Hildebrando Pierry. Entre outros homenageados estão Nelson Sirotsky, Luis Felipe Scolari, Paulo Brossard, Esther Grossi, Luciano Alabarse, Esther Grossi, Luis Fernando Versissimo, Diza Gonzaga, personalidades homenageadas por suas atuações em benefício da sociedade gaúcha. Foi um prazer  trabalhar com a equipe de produção, e claro, encontrar ou reencontrar pessoas tão especiais.

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quarta-feira, maio 23, 2012

Ops! Este é o primeiro post do novo blog. Então, vou começar pelas novidades. E as novidades são...o próprio site, agora renovado. E o blog.

O site foi desenhado pela equipe da Capella Design, que criou um sistema de fácil navegação, com poucos conteúdos, e (muito) pouca frescura. O novo site veio para substituir o antigo, que estava congelado há uns cinco anos, pelo menos.

O que mudou?

Mudou o design, a estrutura, o endereço, e o propósito.

O objetivo principal deste site é mostrar o meu trabalho fotográfico. Parte dele está localizado no link Galerias. Também vou disponibilizar imagens do meu arquivo para comercialização, escambo, troca, ou a melhor oferta. Confere o link Fine Art e veja o procedimento para adquirir sua cópia fotográfica, e como ela será impressa.

Um fotógrafo tem que buscar meios mostrar suas fotografias, tirar da gaveta velhos prints e expor. Afinal, as fotografias foram feitas para serem publicadas, expostas. O destino de uma imagem é ser publicada. Além das fotografias, tem os livros. Vou falar sobre eles e sobre outras atividades que desenvolvo.

Cá entre nós, vou fazer um pouco de marketing profissional, sem exageros. Vou tentar! Ah, e o blog? Vou manter atualizado, e nele vou comentar sobre Fotografia, as minhas e as dos outros. E vou falar sobre meus projetos. Ah, vou dar palpites sobre assuntos que não entendo nada, e sobre assuntos que tento entender alguma coisa.

Mas vou logo avisando: este é um site de fotógrafo. E por isto, vou escrever como fotógrafo. Sabe porque? Porque vejo o mundo através da minha lente, e escrevo usando meus filtros. Sempre do meu ângulo. A fotografia me ensinou que não é necessário sair em busca de cenas extraordinárias para fotografar, mas encontrar um modo próprio de ver. O mais fascinante na vida de um fotógrafo é ver com seus próprios olhos. Bem vindos ao novo site, leiam o blog e deixem sua opinião.

Abraço.

Eurico Salis

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